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Professora das series iniciais do Ensino Fundamental, Estudante do Curso de Pedagogia da UERJ/CEDERJ.

terça-feira, 3 de maio de 2011

Carnaval 2011




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Trabalhando com receitas


Literatura na formação do leitor

Ida ao zoológico - CIEP Hans Crhistian - 2010












Trabalhando com receitas - Cuscuz de tapioca






Nossa História










Uma pequena síntese da turma Aceleração em 2010 - Hans Crhistian Andersen

Reflexão Politica: Musica, poesia, textos etc






ESPAÇO DE REFLEXÃO POLITICA

O Analfabeto Político
Bertolt Brecht

O pior analfabeto é o analfabeto político. Ele não ouve, não fala, nem participa dos acontecimentos políticos. Ele não sabe o custo de vida, o preço do feijão, do peixe, da farinha, do aluguel, do sapato e do remédio dependem das decisões políticas.
O analfabeto político é tão burro que se orgulha e estufa o peito dizendo que odeia a política. Não sabe o imbecil que, da sua ignorância política, nasce a prostituta, o menor abandonado, e o pior de todos os bandidos, que é o político vigarista, pilantra, corrupto e lacaio das empresas nacionais e multinacionais.




DESPERTAR É PRECISO

Na primeira noite eles aproximam-se e colhem uma Flor do nosso jardim e não dizemos nada.
Na segunda noite, Já não se escondem; pisam as flores, matam o nosso cão, e não dizemos nada.
Até que um dia o mais frágil deles entra sozinho em nossa casa, rouba-nos a lua e, conhecendo o nosso medo, arranca-nos a voz da garganta. E porque não dissemos nada, Já não podemos dizer nada.
Vladimir Maiakóvski


Saga Da Amazônia

Geraldo Azevedo

Composição : Vital Farias
Era uma vez na AMAZÔNIA, a mais bonita floresta
Mata verde, céu azul, a mais imensa floresta
No fundo d'água as IARAS, caboclo lendas e mágoas
E os rios puxando as águas
PAPAGAIOS, PERIQUITOS, cuidavam das suas cores
Os peixes singrando os rios, Curumins cheios de amores
Sorria o JURUPARI, URAPURU, seu porvir
Era: FAUNA, FLORA, FRUTOS E FLORES
Toda mata tem caipora para a mata vigiar
Veio caipora de fora para a mata definhar
E trouxe DRAGÃO-DE-FERRO, prá comer muita madeira
E trouxe em estilo gigante, prá acabar com a capoeira.
Fizeram logo o projeto sem ninguém testemunhar
Prá o dragão cortar madeira e toda mata derrubar:
Se a floresta meu amigo tivesse pé prá andar
Eu garanto meu amigo, com o perigo não tinha ficado lá.
O que se corta em segundos gasta tempo prá vingar
E o fruto que dá no cacho prá gente se alimentar??
Depois tem passarinho, tem o ninho, tem o ar
ICARAPÉ, rio abaixo, tem riacho e esse rio que é um mar.
Mas o DRAGÃO continua a floresta devorar
E quem habita essa mata prá onde vai se mudar??
Corre ÍNDIO, SERINGUEIRO, PREGUIÇA, TAMANDUÁ
TARTARUGA, pé ligeiro, corre-corre TRIBO DOS KAMAIURA
No lugar que havia mata, hoje há perseguição
Grileiro mata posseiro só prá lhe roubar seu chão
Castanheiro, seringueiro já viraram até peão
Afora os que já morreram como ave-de-arribação
Zé da Nana tá de prova, naquele lugar tem cova
Gente enterrada no chão:
Pois mataram índio que matou grileiro que matou posseiro
Disse um castanheiro para um seringueiro que um estrangeiro
Roubou seu lugar
Foi então que um violeiro chegando na região
Ficou tão penalizado e escreveu essa canção
E talvez, desesperado com tanta devastação
Pegou a primeira estrada sem rumo, sem direção
Com os olhos cheios de água, sumiu levando essa mágoa
Dentro do seu coração.
Aqui termina essa história para gente de valor
Prá gente que tem memória muito crença muito amor
Prá defender o que ainda resta sem rodeio, sem aresta
ERA UMA VEZ UMA FLORESTA NA LINHA DO EQUADOR.

http://letras.terra.com.br/geraldo-azevedo/277459/



http://www.youtube.com/watch?v=tLeuFrfZvo4&feature=related 

Construindo Saberes.

O objetivo deste blog é socializar as experiências  que eu e minha turma vivenciamos a cada dia no CIEP Brizolão 387 Hans Christian Handersen, localizado no Parque das Palmeiras, NI  - Rio de Janeiro - no sentido de contribuirmos no processo de ensino apredizagem. Assim como publicar textos, musicas  poesias e outros trabalhos que contribuam na conscientização de sujeitos  a fim de que estes se tornem elementos criticos e que sejam capazes de buscar uma sociedade justa e fraterna.

No que se diz respeito a mim e meus alunos, cada dia é uma surpresa,  o processo ensino aprendizagem não é uma receita. Um dia estamos copiando no outro criando, assim como  rimos em um e choramos no outro.Andamos por caminhos bem tortuosos, as dificuldades econômicas  sociais  e ideólogicas não são pequenas. Porém o que nos anima a seguir em frente é termos a esperança e concicção que um dia construiremos uma sociedade em que todos nós seremos livres e faremos jus ao que produzimos. E todos terão garantido educação de qualidade, habitação , saude , alimentação lazer e justiça com paz social. Neste dia daremos um viva a Paulo Freire!